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Set27

Programa da Ancine divulga investimentos em novos projetos para cinema e TV

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Paulo Virgílio
Agência Brasil

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) divulgaram uma nova lista de 16 projetos para o cinema e a televisão que receberão investimentos do Programa Brasil de Todas as Telas. Para as salas de cinema, são nove longas-metragens, sendo seis de ficção, dois documentários e uma animação, e para a televisão foram contemplados dois telefilmes, quatro séries documentais e uma série de ficção para veiculação em canais por assinatura.

Ao todo, os 16 projetos receberão R$ 16,1 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), distribuídos por três linhas de financiamento para o cinema e uma para a televisão. O maior número de projetos de cinema aprovados foi o da Chamada Pública Prodecine 02/2013, na qual as distribuidoras apresentam projetos de produção de longas-metragens.

Os contemplados nessa linha foram os documentários Proibido Nascer no Paraíso, de Joana Nin, apresentado pela Boulevard Filmes, e Jair Rodrigues - Deixa que Digam, de Rubens Rewald, apresentado pela Elo Company, e os filmes de ficção Albatroz, de Daniel Augusto, apresentado pela Paris Filmes, Montanha Russa (Molambo)", de Vinicius Reis, apresentado pela Pandora Filmes, e Argelino por Acaso, de Karim Aïnouz, apresentado pela Gullane Entretenimento.

Três longas-metragens foram selecionados pela Chamada Pública Prodecine 03/2013 e receberão recursos para a fase de comercialização da obra. São dois filmes de ficção (Antes o Tempo não Acabava, de Sérgio Andrade e Fábio Baldo, e A Cidade onde Envelheço, de Marília Rocha) e um de animação (Bruxarias, de Virginia Curia). Já a linha Prodecine 04/2013, que investe na complementação de recursos, selecionou o projeto O Beijo, com direção de Murilo Benício.

Os sete projetos destinados às grades de programação das TVs por assinatura, pela Chamada Pública Prodav 01/2013, incluem três projetos documentais com a primeira exibição prevista para o canal CineBrasilTV: as séries Brasil do Povo, de Ugo Giorgeti, e Marcadas para Morrer, de Belisário Franca, e o telefilme A Idade da Água, de Orlando Senna.

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Set26

Mostra de cinema Mulheres em Cena reúne diretoras latino-americanas, em SP

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Camila Boehm
Agência Brasil

A mostra de cinema Mulheres em Cena está em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil até 10 de outubro na capital paulista e até 3 de outubro na unidade do Rio de Janeiro. Em ambos os locais, a mostra teve início na última quarta-feira (21). O evento, que é inédito no Brasil, vai reunir 18 longas-metragens de diretoras contemporâneas da América Latina, além de promover debates com cineastas sobre a posição da mulher latino-americana no mercado audiovisual.

Com curadoria da cineasta brasileira Andrea Armentano e da cineasta argentina Sofia Torre, a mostra exibirá filmes de destaque internacional que tiveram reconhecimento e ganharam prêmios. Entre os títulos estão Jovem Aloucada de Marialy Rivas, Hamaca Paraguaya de Paz Encina, Portais de Leningrado de Mariana Rondón, Madeinusa de Claudia Llosa, A mulher sem cabeça de Lucrecia Martel e Mãe só há uma de Anna Muylaert.

“Sentimos a necessidade desse debate do posicionamento da mulher, sentimos que este debate estava cada vez mais em ebulição, tanto que agora ele explodiu de uma certa maneira tanto na Europa como nos Estados Unidos. Aqui no Brasil mesmo tem diversas mostras e festivais que estão focando nesse tema, porque realmente a mulher não aceita mais, em 2016, estar sendo subjugada, com cachês menores, com créditos menores, com menos prêmios”, disse uma das curadoras, Andrea Armentano.

Segundo ela, houve a vontade de juntar uma geração de cineastas que conseguiu romper diversas barreiras, cada uma em seu país de origem e também internacionalmente, juntando grandes nomes latino-americanos para aprofundar, dar força e visibilidade para esta discussão que se torna cada vez mais urgente, que é a presença na mulher no cinema.

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Set23

Grupo de teatro-circo celebra 30 anos com mostra gratuita de espetáculos

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Paulo Virgílio
Agência Brasil

Criado em 1986 na zona norte do Rio de Janeiro, o grupo Teatro de Anônimo está celebrando 30 anos com uma mostra gratuita de espetáculos circenses, de hoje (22) até o dia 2 de outubro no espaço que a companhia ocupa na Fundição Progresso, na Lapa, centro da cidade.

A comicidade, as acrobacias aéreas e a cultura popular formam a base artística do grupo, que este ano foi contemplado com o edital de fomento da prefeitura do Rio para a área – Viva Circo!, tornando-se um polo com foco na formação de artistas circenses.

Com apresentações sempre às 20h, a programação é composta por 12 espetáculos com durações que variam de 10 a 80 minutos, todos com linguagem circense combinada ao universo do teatro. A abertura, nesta quinta-feira, ficou por conta do espetáculo Ode ao Instante, de Maria Teresa Gandra, um ensaio cômico e musical sobre o tempo, conduzido pela palhaça Purezempla.

A sede do Teatro de Anônimo fica na Casa Escola Benjamin, um casarão na Rua Benjamin Constant, no bairro da Glória, construído em 1897 pelo filósofo positivista Raymundo Teixeira Mendes, abolicionista e criador da bandeira nacional. No espaço, o grupo desenvolve residências artísticas com intercâmbios, espetáculos e seminários, que reúnem profissionais nacionais e internacionais.

“Pesquisadores, técnicos, artistas populares, estudantes e mestres trocam experiências e transmitem saberes, viabilizando a formação de grupos e companhias jovens no cenário cultural brasileiro, em diversos segmentos da cadeia produtiva das artes cênicas”, explicou a atriz e professora de circo Maria Angélica Gomes, fundadora do Teatro de Anônimo.

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Set22

Fundação do Livro promove leitura compartilhada para formar novos leitores

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Alana Gandra
Agência Brasil

Representante no Brasil do International Board on Books for Young People (IBBY), entidade consultora da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) estendeu até o próximo dia 3 de outubro as inscrições do concurso “Era uma vez...Uma proposta de leitura compartilhada”. O objetivo é fortalecer a formação de novos leitores, por meio da leitura compartilhada.

A cada ano, uma representação nacional cuida da elaboração do cartaz e da mensagem que vai ser distribuída no mundo todo. “Esta é a terceira vez que o Brasil, por meio da FNLIJ, é o responsável por esse material todo do IBBY”, disse hoje (21), a assessora da Secretaria-Geral da FNLIJ, Mariana Elia. “A gente quis dar um relevo maior este ano. Como a mensagem é brasileira, a gente fez uma ação maior que, no caso, é o concurso”.

O objetivo é promover o ato da leitura compartilhada entre as crianças com educadores, pais ou responsáveis. “Uma das crenças da Fundação é que a criança sempre vai gostar de ler se tiver um adulto (perto dela) que goste de ler. Ler junto promove também o gosto pela leitura”, destacou Mariana.

A ideia, reforçou é, ao se criar um relato ficcional ou real, com esse material do IBBY, “criar essa vontade de a leitura ficar também na cabeça dos adultos”. A FNLIJ trabalha com ações de promoção da leitura. Uma delas é a comemoração do Dia Internacional do Livro Infantil, no dia 2 de abril de cada ano, data do nascimento do escritor infantil Hans Christian Andersen, na Dinamarca, em 1805.

Vencedores

Professores, educadores, bibliotecários e adultos de todo o país que incentivem a prática da leitura infantil podem se inscrever no concurso. Eles terão que elaborar um texto baseado na mensagem criada por Luciana Sandroni e ilustrada por Ziraldo em sala de aula ou espaço de educação. O trabalho deve apresentar a forma como a criança e o jovem interagiram com a história e a ilustração, além de estar desvinculado de qualquer caráter didático.

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